“O Museu da Inocência” é um livro ímpar. Talvez haja outra coisa igual no mundo – afinal o mundo é extenso – mas aqui temos um exemplo muito curioso de processo de criação literária
“A negritude é uma maneira de viver a história na história.” Aimé Césaire
“O começo do estar-fora, como a Filosofia, é o espanto” (Sloterdijk)
Literatura de aeroporto ou alta literatura do pós-humano?
A lista precisava ganhar outro nome: “o que os convidados da Folha estão lendo dentro da esfera da Folha
Um desejo desmedido de liberdade
Algo interessante nessa escrita de Latronico é ele desmistificar não apenas Berlim, mas a Europa ou parte dela
Marasmo, espera e melancolia
É caso de falar de Morte em pleno verão, na novíssima tradução – e desta vez completa e direta do japonês, de Andrei Cunha
“Uns vão súditos, e voltam cidadãos”