“O Museu da Inocência” é um livro ímpar. Talvez haja outra coisa igual no mundo – afinal o mundo é extenso – mas aqui temos um exemplo muito curioso de processo de criação literária
Um pequeno grupo de amigos de expressão alemã (alemães e suíços, basicamente), lá pelos anos 1980 e 90, preferia ler Heinrich Böll a outros escritores mais “antigos”. Thomas Mann, por