Talvez você tenha percebido isso.
Os algoritmos priorizam publicidade e desinformação.
O conteúdo bom acaba sendo soterrado.
As redes sociais, os buscadores e boa parte da internet deixaram de ser espaços de descoberta e de compartilhamento.
Agora, elas são vitrines infinitas.
A lógica é a do interesse comercial.
Esse processo tem um nome: enshittification, ou, em bom português: “bostificação”.
Quem criou o termo foi o escritor e ativista Cory Doctorow. Ele se refere ao modo como as plataformas começam boas e úteis, mas vão sofrendo mudanças ao longo do tempo para aumentar o lucro dos investidores. Assim, passam a explorar usuários e produtores de conteúdo.
Hoje, quase tudo é dominado por algoritmos e publicidade. O que aparece para você depende de quem pagou mais e não do que é mais relevante, útil ou verdadeiro.
É a “bostificação”.
O Plural faz parte da resistência e existe para combater esse estado de coisas.
Enquanto a internet se enche de lixo e desinformação (e, com a IA, isso deve piorar), o Plural continua sendo um jornal feito por pessoas de carne e osso: jornalistas que falam com fontes, entrevistam pessoas, pesquisam documentos e sentam diante do computador para escrever o que você lê.
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