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Sim, é uma tristeza. O segundo turno em Curitiba vai ser entre um bolsonarista com verniz e uma extremista que fez campanha contra a vacina. Entre um candidato que recebeu dinheiro de um esquema de coação e uma chapa cujo vice ficou com R$ 400 mil de uma senhorinha idosa.

Muita gente que não quer nem um nem outro começou a pensar ontem nas hipóteses possíveis. Achar o mal menor? Votar nulo? Fugir da cidade e ir morar em Montevidéu? Cada um terá três semanas para fazer o que, dessa vez sim, dá pra chamar de "uma escolha difícil".

A Câmara também saiu uma desgraça, com todo tipo de delegada, youtuber e gente gritando que bandido bom é bandido morto. Mas há algumas boas notícias. Abaixo, segue parte do material que a equipe do Plural publicou sobre tudo isso.


Rogerio Galindo

Rogerio Galindo

Jornalista, um dos fundadores do Plural.

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