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Curitiba tem acesso a alimentos in natura, mas com áreas de predominância de ultraprocessados

Mapa do Ministério do Desenvolvimento Social publicado pela Folha de São Paulo mostra acesso da população a alimentos in natura ou minimamente processados

Curitiba tem acesso a alimentos in natura, mas com áreas de predominância de ultraprocessados
Fotos: Davor Nisevic / Unsplash
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Dados do Ministério de Desenvolvimento Social publicados pelo Jornal Folha de São Paulo mostram que Curitiba tem 9,7% da população em desertos alimentares - o menor índice entre as capitais e 34,1% em pântanos alimentares. Desertos alimentares são áreas em que há baixa disponibilidade a alimentos in natura ou minimamente processados. Já pântanos alimentares são áreas com predominância de acesso a alimentos ultraprocessados.

Maioria das capitais tem ao menos 1 em 4 moradores vivendo em desertos alimentares
Municípios do Norte apresentam maior população em áreas de baixo acesso a alimentos saudáveis; Sudeste enfrenta problema duplo, com regiões com oferta excessiva de ultraprocessados

Os dados mostram o panorama de acesso a alimentação no país. No Norte do país, as capitais têm alto índice de população em desertos alimentares, mas baixo índice de pântanos alimentares. Já nas capitais do sul o percentual de população em desertos alimentares ficou abaixo de 17%, porém nas três cidades, o índice de pessoas em pântanos alimentares está acima de 30%.

O resultado do levantamento foi destaque no site da Prefeitura de Curitiba, que ganhou direito a matéria de capa no site com a manchete "Curitiba é a capital destaque em segurança alimentar, diz jornal". O texto, porém, deixou de lado a exposição dos curitibanos a pântanos alimentares, índice no qual não fomos muito bem.

Tags: Paraná Saúde

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