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Segunda dose depende de nova aprovação da Anvisa

Novo lote de vacinas depende de importação de matéria-prima da China, que não recebeu ainda autorização do governo chinês

Segunda dose depende de nova aprovação da Anvisa
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A segunda dose da primeira fase de vacinação para coronavírus no Paraná e no resto do país volta a depender de uma nova liberação da Anvisa, informou o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, em coletiva de imprensa em São Paulo. Apesar da vacina Coronavac do Butantan ter sido aprovada neste domingo, dia 17 de janeiro, o protocolo estabelecido pela Anvisa para liberação de emergência do imunizante exige que a análise seja feita por lote.

Ou seja, a autorização deste domingo é para seis milhões de doses produzidas pela Sinovac e que já estão no Butantan. Outras 4,8 milhões de doses da Coronavac já produzidas no Brasil com matéria-prima importada da China estão prontas e terão o pedido de autorização de aplicação submetido na próxima semana a Anvisa.

Se aprovado, esse lote garante a segunda dose das 250.000 pessoas que deverão ser vacinadas no estado a partir da próxima quarta-feira, dia 20 e o acréscimo de outras dez mil pessoas na primeira fase, considerando ainda os 5% de perdas operacionais previstas pelo Ministério da Saúde.

Rosiane Correia de Freitas

Rosiane Correia de Freitas

Jornalista, mestre em educação e fundadora do Plural

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