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MÔNICA DA SILVA

Conheça melhor MÔNICA DA SILVA, que disputou em 2020 uma vaga de VEREADOR em MANDAGUARI

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MÔNICA DA SILVA é OUTROS natural de MANDAGUARI, é SOLTEIRO(A), tem o SUPERIOR COMPLETO e se declara do gênero FEMININO e da raça, cor ou etnia BRANCA.

Não está ainda registrado como candidato em 2022

Candidatou-se em 2020 a VEREADOR em MANDAGUARI, no Paraná pelo PODEMOS (PR) com o nome de urna MÔNICA. Obteve 27 votos e terminou a eleição NÃO ELEITO. Segundo sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, a previsão de gastos da campanha era de R$ 20407.96. Foram contratados serviços e produtos no total de R$ 0 e pagos R$ 0, restando um saldo de R$0.

Ainda de acordo com os dados do TSE, o custo por voto obtido por MÔNICA DA SILVA em MANDAGUARI foi de R$ 0. Os bens declarados em 2020 tinham um valor total de R$ 4600.

Não foi candidato em 2018

MONICA DA SILVA foi candidato a VEREADOR em MANDAGUARI no Paraná em 2016. A candidatura foi DEFERIDA. Teve um total de 36 votos nominais e terminou o pleito SUPLENTE. Declarou uma despesa máxima de campanha de R$ 17914.39, e despesas contratadas efetivamente de R$ 477,8. Na média, gastou por voto obtido:13,2722222222222. Declarou naquela eleição, à Justiça Eleitoral, bens no valor total de R$ 109711,49

Sobre o PODEMOS no Paraná

O PODEMOS tem a distinção de ser o partido dos três senadores paranaenses, mas não ter nenhum representante eleito nem na bancada paranaense na Câmara Federal, nem na Assembleia Legislativa. Em 2020, partido cresce de 1 prefeito para 15 e de 37 vereadores para 185.

Sobre a eleição para VEREADOR

A disputa por uma vaga de vereador é uma conta um pouco mais complexa do que a eleição direta para cargos executivos (prefeito, governador). O número de vereadores de uma cidade é definido pelo número de habitantes do município determinado pelo Censo do IBGE (o Brasil, pela primeira vez na história, atrasou a realização do Censo de 2020, que está sendo feito em 2022). Já o número de eleitos por partido é determinado pelo quociente eleitoral, que é o total de votos válidos na eleição dividido pelo número de cadeiras da Câmara.

Em Curitiba, por exemplo, a Câmara Municpal tem 38 vagas para vereadores com mandato de quatro anos. Em 2016, o quociente eleitoral da Casas foi de 23.181 votos. Isso quer dizer que para eleger um vereador, cada partido ou coligação teve que somar mais de 23 mil votos. E o eleito é o candidato com maior votação dentro desse partido ou coligação. Em 2016, cada vereador eleito conseguiu, em média, pouco mais de 6 mil votos nominais (votos diretos para ele). Ou seja, se elegeram com os votos de outros companheiros de chapa e votos do partido.

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