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Compre a empresa pública, leve os contratos

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É sempre assim: quando vendem as empresas públicas, além de entregar o filé, os caras ainda dão o molho. Lembra do Banestado? Venderam o banco e quando o Itaú comprou, oops, tinha lá dentro um presentão: ações da Copel dadas em caução e que no final foram revendidas para o próprio governo (já sob Ratinho) por uma fortuna.

Agora vão vender a Celepar, sabe-se lá por quê. E lá dentro, olha só: tem um monte de contratos polpudos com o setor público que a empresa compradora poderá levar na faixa, sem licitação.

Isso sem contar que ali dentro do cofre está o CPF de todos os paranaenses, associado a dados sensíveis, que poderão ser revendidos por uma dinheirama. É muita mamata em uma venda só.

Leia mais ​aqui​.


Fotos e bordados

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E mais uma coisa

Francisco José, com "Rosinha dos limões".

Amanhã tem mais!


Rogerio Galindo

Rogerio Galindo

Jornalista, um dos fundadores do Plural.

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