Cezar Tridapalli pergunta: o que escapa aos sentidos deixa de existir?
Onde finalmente ouvimos a opinião de outra pessoa sobre essa tal de “Lia”
Oi?
[…]
Lembro. Lembro sim. Claro que lembro. Imagina.
Afinal eu passei não foi um, não foi nem
Sandoval Matheus descreve o Corote, bebida da moda, como "destilada dentro de um bueiro pelo próprio Coisa Ruim"
Felippe Anibal descreve a tristeza que se segue ao carnaval, mesmo quando alguém tenta fazer uma serenata no meio da noite
Ana Justi entreouve uma conversa de homens que dizem fazer o que querem enquanto as namoradas dormem. O consentimento, diz ela, é um inconveniente
Fagner Zadra conta como a cozinheira de uma delegacia se confundiu e usou como tempero alguns ingredientes que não devia ter usado
Luís Henrique Pellanda conta como uma família de haitianos quase fez um locutor chorar em plena rua, emocionado com os elogios que recebeu
No quinto capítulo do romance em folhetim sobre a vida de Lia, Caetano Galindo fala sobre um momento de puro amor
Cezar Tridapalli continua explorando seu muro. Dessa vez, falando de Drummond, Lacan e do amor
Ana Justi relata a vida do Centro de Curitiba à noite, quando os ruídos e as pessoas já foram embora para outros lugares
Um pedido de casamento negado me meio a um restaurante. A pose para a namorada quando ela te dá um pé na bunda. Nenhum de nós escapa ao ridículo, diz Felippe Anibal
Sandoval Matheus fala sobre um carro capotado na rua em Curitiba. Foi acidente?