Felippe Aníbal relembra como benzedeiras e chás naturais curavam os males que nos afligiam
Ana Justi narra o dia a dia da cidade, e suas estranhezas, na busca de inspiração para a sua crônica
A cada duzentos livros não lidos, finalmente há um que eu li, diz Cezar Tridapalli
Onde Lia encara um problema sério… ou não… onde Lia vive um momento irretocável… ou não…
Não sou, absolutamente, contra os Beatles – exceto por essa inconveniente mania deles de quererem ser maiores do que os Stones
Felippe Anibal fala de uma pilha que parece nunca diminuir: a dos livros a ler
Ana Justi fala sobre alguém que não para de ligar, e sobre o lugar terrível a que isso pode levar
Para Fagner Zadra, comer ovo é o símbolo do instinto de sobrevivência humana, Assim como a pochete
Às vezes tudo que um cronista pode dizer é que viu e ouviu alguma coisa, diz Luís Henrique Pellanda
Onde Lia tenta aprender a ser como um dia foi vista; a tratar de si própria como um dia tratou sua filha.
O inimigo público número um são os sádicos tiranos que desde sempre controlam a estrutura de Estado
Felippe Anibal fala por que pode ser uma péssima ideia puxar conversa nos Uber da vida