Texto de Breno Gallina
Sob orientação de Rogerio Galindo
Na sexta-feira (5), o Tribunal de Justiça do Paraná condenou uma funcionária pública a 7 anos, dois meses e vinte dias de reclusão semi-aberta, por corrupção evidenciada pela operação Quadro Negro. A então funcionária pública também foi afastada de seu cargo.
De acordo com o Ministério Público, a servidoras condenada trabalhava como agente de execução, na função de técnica administrativa na Secretaria de Estado da Educação. Entre 2012 e 2015, ela teria recebido dinheiro em espécie de forma fraudulenta e teria sido promovida a uma posição de privilégio em uma das empresas envolvidas na operação Quadro Negro, o que foi enquadrado como corrupção.
A operação Quadro Negro, iniciativa do Ministério Público do Paraná, foi estabelecida há mais de dez anos, durante o governo Beto Richa (PSDB), ocorrendo entre 2012 e 2015. Seu objetivo era investigar diversas ilegalidades que teriam desviado no mínimo de R$20 milhões supostos para a construção e reforma de diversas instituições de ensino público no Paraná.