Assim como o nome sugere, os influenciadores digitais ajudam a moldar o comportamento dos consumidores em uma vida que é cada vez mais digital. Esse é um mercado que está crescendo tanto que já tem empresas investindo na criação de uma universidade voltada para a formação de influencers.
A Ânima Educação, controladora da Universidade Anhembi Morumbi vai investir R$ 40 milhões no projeto. A instituição vai se chamar Community Creators Academy e vai ocupar uma área de 13 mil metros quadrados em São Paulo. O início das operações está previsto para abril e os cursos terão mensalidade a partir de R$ 5 mil.
Um estudo realizado pela Rakuten Advertising revela que cerca de 80% dos consumidores em países como Brasil confiam nas recomendações feitas por influenciadores.
Além disso, 61% dos entrevistados afirmaram ter realizado pelo menos uma compra com base em recomendações de influenciadores nos últimos seis meses.
Segundo uma pesquisa da Nielsen, o Brasil é o país com mais influenciadores digitais no Instagram. São mais de 10 milhões de influencers com aproximadamente mil seguidores cada.
Além disso, cerca de 500 mil criadores de conteúdo possuem perfis com mais de 10 mil seguidores.
Quando se considera também o YouTube e o TikTok, o Brasil continua em destaque, ocupando a terceira posição no ranking global, de acordo com a pesquisa.
Com tanta gente assim criando conteúdo - e influenciando pessoas nas redes sociais, claro que os problemas - e as dúvidas - começam a aparecer.
Pra falar sobre esse tema, as jornalistas Katna Baran e Kelli Kadanus recebem no Direito no Plural desta semana a advogada Ana Carolina Clève. O episódio está disponível no Youtube e nos principais tocadores de áudio.