JOÃO GUILHERME RIBAS MARTINS é TÉCNICO CONTABILIDADE, ESTATÍSTICA, ECONOMIA DOMÉSTICA E ADMINISTRAÇÃO natural de SÃO JOÃO DO TRIUNFO, é SEPARADO(A) JUDICIALMENTE, tem o SUPERIOR COMPLETO e se declara do gênero MASCULINO e da raça, cor ou etnia BRANCA.
Não está ainda registrado como candidato em 2022
Candidatou-se em 2020 a PREFEITO em PIRAQUARA, no Paraná pelo SOLIDARIEDADE (PR) com o nome de urna JOÃO GUILHERME. Obteve 7461 votos e terminou a eleição NÃO ELEITO. Segundo sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, a previsão de gastos da campanha era de R$ 641980.37. Foram contratados serviços e produtos no total de R$ 38121,86 e pagos R$ 38121,86, restando um saldo de R$0.
Ainda de acordo com os dados do TSE, o custo por voto obtido por JOÃO GUILHERME RIBAS MARTINS em PIRAQUARA foi de R$ 0. Os bens declarados em 2020 tinham um valor total de R$ 157000.
JOÃO GUILHERME RIBAS MARTINS foi candidato a DEPUTADO FEDERAL em 2018 no Paraná pelo PARTIDO VERDE. Teve um total de 2958 votos nominais e terminou o pleito SUPLENTE. Declarou uma despesa máxima de campanha de R$ 2500000, e despesas contratadas efetivamente de R$ 20000. Na média, gastou por voto obtido: R$ 6,76132521974307. Declarou naquela eleição, à Justiça Eleitoral, bens no valor total de R$ 195000 Não disputou nenhum cargo em 2016
Sobre o SOLIDARIEDADE no Paraná
Partido que surgiu a partir da Força Sindical, liderado pelo Paulinho da Força. Apesar da origem sindicalista, o Solidariedade se alinhou ao governo de Jair Bolsonaro em sua atuação na Câmara Federal, que inclui um deputado paranaense, Luizão Goulart. A legenda não tem representante na Assembleia Legislativa, e em 2020 elegeu 28 vereadores (de 89 na eleição anterior) e 1 prefeito (de 3 no pleito anterior).
Sobre a eleição para PREFEITO
Talvez a eleição que mais tenha reflexo no dia a dia da população seja a para prefeito, que é o administrador da cidade, responsável pelo planejamento da cidade e execução do orçamento municipal. A última eleição municipal ordinária (ou seja, do calendário regular) no Brasil aconteceu em 2020, em plena pandemia de Covid-19. Por conta da situação de emergência de saúde pública, a eleição em si foi adiada de outubro para novembro.
Pela legislação brasileira, municípios com mais de 200 mil habitantes podem ter um segundo turno nas eleições caso um candidato não tenha mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno. Em todo país, 96 cidades podem ter segundo turno. No Paraná, são seis cidades: Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel e São José dos Pinhais.
Como toda eleição, a escolha de um novo prefeito é feita a partir dos votos válidos. Ou seja, os votos nominais para os candidatos. Votos em branco, nulos ou a ausência do eleitor não é levada em consideração nesse cálculo. Portanto não há previsão de cancelamento da eleição caso a maior parte da população decida não votar ou anular o voto.