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Estudante diagnosticada com doença rara volta para escola após reportagem do Plural

Seed, que inicialmente tinha proibido profissional especializada em psicomotricidade, mudou de ideia depois que reportagem foi publicada

estudante cadeirante
Rebecca e a professora Daiany | Foto: arquivo pessoal
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Aluna do Colégio Estadual São Cristóvão, de São José dos Pinhais, Rebecca da Silva, 13, voltou a frequentar a escola depois que a família obteve a autorização da Secretaria Estadual de Educação (Seed) autorizou a presença de uma profissional especializada em psicomotricidade.

Rebeca tem Atrofia Medular Espinhal (AME) e era acompanhada pela professora profissional Daiany Cristina Costa Lima, que não está ligada a Seed, mas que atendia a aluna de forma custeada pela família.

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O problema começou quando a direção proibiu a presença de Daiany na escola, justificando que a estudante já recebia atendimento especializado fornecido ela história. Esta tutora, todavia, cumpria função pedagógica e não de estímulo psicomotor.

A reportagem do Plural foi publicada no dia 4 de setembro. No dia após a veiculação, a direção da escola autorizou que Daiany voltasse a atender a estudante, que agora também tem uma cadeira de rodas novas e pôde conhecer outros espaços da escola.

Relembre o caso aqui.

Aline Reis

Aline Reis

Jornalista e especialista em Gestão da Comunicação, Assessoria e Marketing pela Universidade Positivo (UP). Mestra em Estudos de Linguagens pela UTFPR. Presidenta do Sindicato de Jornalistas Profissionais do Paraná.

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