Em julho de 2026, o preço da cesta básica de Curitiba apresentou queda de -4,13% em relação a junho de 2026. O custo foi de R$ 807,93. Na comparação com julho de 2025, o valor acumulou elevação de 4,80%. Na variação acumulada ao longo do ano, a cesta registrou alta de 9,49%. Os dados são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), publicados na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.
O levantamento conclui que trabalhadores remunerados com o salário-mínimo gastam 53,88% do rendimento para comprar produtos da cesta básica para uma pessoa adulta, após o desconto de 7,5% da Previdência Social. Segundo o Dieese, é preciso cumprir uma jornada de 109 horas e 39 minutos de trabalho para isso.

Apesar do cenário, em julho deste ano houve redução no preço da cesta básica: -4,13% em relação ao mês anterior. Na comparação com julho de 2025, o valor acumulou elevação de 4,80%. Na variação acumulada ao longo do ano, a cesta registrou alta de 9,49%.
Brasil
O valor do conjunto dos alimentos básicos diminuiu em 26 das 27 capitais brasileiras, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Dieese em parceria com a Conab. Entre junho e julho de 2026, as quedas mais importantes ocorreram em Natal (-7,95%), Maceió (-7,87%), Belo Horizonte (-7,44%), Palmas (-7,38%), Rio de Janeiro (-7,12%), Brasília (-6,71%), João Pessoa (-6,65%), Salvador (-6,59%), Fortaleza (-6,39%), Florianópolis (-6,28%) e Cuiabá (-6,04%). A única alta foi registrada em São Luís, 0,30%.
Um dos produtos cujo preço subiu foi o feijão. Entre junho e julho de 2026, o valor do quilo aumentou em 17 capitais e diminuiu em outras 10. O grão preto, pesquisado nos municípios do Sul, no Rio de Janeiro e em Vitória, apresentou alta em todos os locais onde é coletado. Os percentuais ficaram entre 1,84%, em Vitória, e 7,42%, em Curitiba.
