Em 2025 o Paraná teve 8.095 adolescentes se tornando mães. Os dados consideram meninas e adolescentes de 10 a 19 anos e são do Sistema de Informações de Nascidos Vivos (Sinasc). Apesar do número alto, o houve redução de caos de maternidade precoce de 20,73% entre 2024 e 2025.
No Estado, as cidades de Cruzeiro do Iguaçu, Iguatu, Ivatuba, Munhoz de Melo, Cruzeiro do Oeste e São Jorge do Ivaí zeraram o indicador.
Brasil
Levantamento do Centro Internacional de Equidade em Saúde da Universidade Federal de Pelotas apontam que uma em cada 23 adolescentes, entre 15 e 19 anos, é mãe a cada ano. Entre 2020 e 2022, mais de 1 milhão de jovens nessa faixa etária tiveram filhos. Entre meninas de 10 a 14 anos, o número passou de 49 mil.

Os dados indicam que a taxa nacional de fecundidade na adolescência é de 43,6 nascimentos por mil adolescentes. O número é quase o dobro do observado entre países de renda média alta (24 por mil), como o Brasil, e muito superior às dos países parceiros no BRICS, como Rússia, Índia e China, grupo onde a taxa máxima não ultrapassa 16,3 por mil.
*Com Agência Brasil
