Este 2024 voou. E, como manda a tradição aqui no Plural - um jornal tão jovem e já com tradição é para poucos - selecionei algumas das charges mais interessantes em uma quase retrospectiva deste ano, que teve a deselegância de levar embora Dalton Trevisan.
Às vezes tenho a impressão de que os anos estão competindo para ver quem consegue deixar sua “marca” e ser lembrado para sempre, para o bem ou para o mal. Mais para o mal. 2023, o ano da tentativa de golpe. 2020, o ano da pandemia. 2024? Ah, esperem só para ver.
Não apenas o ano das tragédias no Sul mas também ano em que morreu Dalton Trevisan. Mas há coisas boas para lembrar desses anos, o problema é que charge é um estilo demoníaco de arte: só fala de coisas ruins. Pau podre. Oco. Criadouro de aranhas e escorpiões. Só para usar uma descrição daltoniana. Feliz 2025.






















