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Pesquisadora do Litoral do Paraná é indicada ao “Oscar Verde”

Camila Domit foi selecionada graças ao seu trabalho de conservação de golfinhos e ao projeto “One Blue Health”, que visa entender e proteger a saúde dos oceanos e das espécies marinhas.

Pesquisadora do Litoral do Paraná é indicada ao “Oscar Verde”
Camila Domit, pesquisadora da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Foto: Divulgação
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A bióloga marinha Camila Domit, pesquisadora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Associação MarBrasil, em Pontal do Paraná, é finalista ao prêmio Whitley Awards 2026, um dos mais importantes reconhecimentos do mundo voltado à conservação da biodiversidade.

Camila Domit foi selecionada graças ao seu trabalho de conservação de golfinhos e ao projeto “One Blue Health”, que visa entender e proteger a saúde dos oceanos e das espécies marinhas. Seu trabalho é um exemplo de como a ciência e a conservação podem se unir para proteger a biodiversidade marinha.

A premiação é considerada como o “Oscar Verde” do meio ambiente e a indicação da pesquisadora paranaense a coloca entre os principais nomes da conservação ambiental no planeta.  Para Domit, a seleção representa mais do que reconhecimento. “Essa é a chance de ampliar projetos, fortalecer parcerias internacionais e levar ainda mais longe o trabalho de conservação da biodiversidade marinha”, disse.

O Whitley Awards valoriza profissionais que unem ciência de ponta, impacto social e resultados concretos na proteção da natureza, especialmente em países como o Brasil, país em que há a maior biodiversidade do mundo, abrigando cerca de 15% a 20% das espécies globais. 

Ao todo, são 12 os candidatos ao Prêmio Whitley 2026, destacando conservacionistas que trabalham em projetos na Índia, Indonésia e outros países. Os vencedores serão anunciados em 29 de abril de 2026, em uma cerimônia com Tom Heap e Kate Humble, apresentadores de televisão britânicos e dedicados à conservação da vida selvagem.

Vida no oceano

Camila Domit é uma referência na conservação da fauna marinha brasileira. Com anos de estudo e dedicação, ela trabalha para proteger tartarugas, tubarões, raias e golfinhos, e os ecossistemas onde vivem. Além de produzir ciência de qualidade, a pesquisadora acredita que a proteção do mar depende de diálogo, políticas públicas e engajamento coletivo.

Na UFPR, ela coordena o Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC) e lidera pesquisas importantes, como o Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Seu trabalho já foi reconhecido com menção honrosa da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). 

Andresa Costa

Andresa Costa

Jornalista por formação, especialista em Comunicação Audiovisual - Cinema e Televisão. Já trabalhei como repórter em jornal impresso, rádio e TV aberta

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