Texto editado por Lara Oliveira, aluna de Jornalismo da PUCPR
Sob orientação de Luciana Nogueira Melo
A peça “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”, assinada e protagonizada pela atriz Pagu Leal, retorna ao palco para mini temporada de 7 a 9 de novembro, no Miniauditório do Teatro Guaíra, no centro de Curitiba. A montagem mistura stand-up comedy, relato pessoal e filosofia, trazendo as diversas formas de violência simbólica e estética vividas, sobretudo, por mulheres. Os ingressos, que custam a partir de R$25 (meia-entrada) é podem ser comprados no Disk Ingressos ou clicando aqui.
O espetáculo conta com uma equipe criativa inteiramente feminina e, ao longo da apresentação, Pagu compartilha suas próprias experiências com o corpo e a imagem. “O padrão ignora o envelhecimento natural das mulheres e objetifica corpos de jovens e adolescentes”, diz a artista. “Além disso, não considera cores, biotipos, contextos sociais, cultura, religião e tantas outras diversidades”, completa.
Hoje, os padrões de beleza são amplamente debatidos, mas ainda tão presentes e opressivos, a atriz e autora convida o público para uma reflexão sensível e bem-humorada sobre o tema.
Sobre a autora e atriz Pagu Leal
Há mais de 30 anos em Curitiba, a artista Pagu Leal já atuou em mais de 40 espetáculos profissionais como atriz. Ao longo de sua carreira, transformou a sua voz de atriz em uma voz autoral na dramaturgia e também como diretora artística. Em 2020, foi contemplada com o Prêmio Reconhecimento da Trajetória através da Lei Aldir Blanc.
Espetáculo “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”
Nesta sexta-feira e sábado, dias 7 e 8 de novembro, às 20h. Domingo, 9 de novembro, às 19h – no Miniauditório do Teatro Guaíra (Rua Amintas de Barros, s/nº - Centro, Curitiba).
Ingressos a partir de R$25 (meia-entrada) no Disk Ingressos ou aqui.
Classificação indicativa: 16 anos.
Duração: 60 minutos.
Ficha técnica
Texto e atuação: Pagu Leal
Direção artística e figurino: Giorgia Conceição
Iluminação: Izabelle Marques
Produção: Sociedade Poética