Monitor de Discurso analisou 670 posts de 156 candidatos ao Legislativo do Paraná na segunda semana de campanha. Nenhum conteúdo problemático foi identificado
A capital bateu recorde de empregos formais, mas se expandiu na metade do ritmo do país na última década. Em 2026, o saldo positivo se concentra em serviços terceirizados de baixo salário, enquanto tecnologia e economia criativa perdem postos
Marcos Alberto Furuyama perdeu na Justiça o imóvel em que morava com a mulher e o filho, por uma dívida de uma construtora da qual era sócio. Na tarde em que os três foram encontrados mortos, uma oficial de justiça estava na portaria do prédio
Em agosto, Deltan Dallagnol apareceu entre os dois primeiros em todas as oito pesquisas registradas no TSE sobre o Senado pelo Paraná. A segunda vaga, não: quatro nomes diferentes se revezaram nela, e em cinco das oito o segundo e o terceiro colocados estão separados por menos que a margem de erro.
O emprego formal brasileiro atingiu o recorde de 60,7 milhões de vínculos ao fim de 2025 e seguiu positivo em 2026 — puxado por construção, serviços e indústria. Mas o ritmo de contratação vem caindo desde março, e alguns setores já operam no vermelho
Os partidos brasileiros já receberam R$ 5,2 bilhões em dinheiro público para bancar a campanha de 2026, mas, a poucos dias do início oficial da propaganda, tinham repassado a seus candidatos apenas R$ 174 milhões — 3,4% do total
Levantamento reconstruiu, mês a mês, os R$ 444 milhões que o Estado gastou com veiculação de propaganda desde 2023 — o gasto anual saltou 117% até 2025, o ano que antecede a disputa pelo Palácio Iguaçu
No início da campanha, os candidatos paranaenses declararam R$ 23 milhões — quase todo dinheiro público, concentrado no PP e no NOVO e distante das candidaturas negras