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UFPR pesquisa impacto da pandemia em crianças com autismo

Projeto visa identificar dificuldades e criar material de apoio para as famílias. Crianças de 4 a 12 anos podem participar

UFPR pesquisa impacto da pandemia em crianças com autismo
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A Clínica Escola de Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Paraná investiga o impacto da pandemia no desempenho de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O objetivo da pesquisa é compreender as principais dificuldades e elaborar um material de orientação e apoio para as famílias. Os pesquisadores buscam pais ou responsáveis por crianças de 4 a 12 anos com TEA para participar da investigação.

Por meio de contato telefônico, os responsáveis são questionados sobre dificuldades apresentadas pelas crianças antes e durante a pandemia com na rotina, em brincadeiras, no sono e em atividades escolares. A conversa dura cerca de 30 minutos e, ao final, os participantes recebem uma cartilha da Associação Brasileira de Integração Sensorial com orientações de atividades que podem ser realizadas em casa.

“Com a realização de teleatendimentos ano passado, senti necessidade de realizar essa ação clínica, abrindo para toda a comunidade. A demanda de crianças com TEA em Curitiba é bem grande e muitas não têm condições de pagar por atendimentos particulares. A ideia do projeto é identificar as principais dificuldades que estas crianças e famílias estão enfrentando para propor intervenções”, diz Karina Stella Aoki Ferreira, terapeuta ocupacional e responsável pela pesquisa.

Os interessados em participar devem fazer contato por meio do aplicativo whatsapp pelo número (41) 3361-3791.

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