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Francischini diz que atos são de bolsonaristas "puro-sangue"

Fernando Francischini (PSL) é do tipo que permanece fiel a Jair Bolsonaro (PSL) mesmo nas horas difíceis. O MBL não vai às manifestações a favor do presidente, no próximo domingo? Ele diz que…

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Fernando Francischini (PSL) é do tipo que permanece fiel a Jair Bolsonaro (PSL) mesmo nas horas difíceis. O MBL não vai às manifestações a favor do presidente, no próximo domingo? Ele diz que organiza por conta própria. Janaina Paschoal diz que Bolsonaro precisa parar de fazer drama e governar? Ele rebate. Mas afinal, quem vai organizar os atos do dia 26? "Não precisamos do MBL, do Vem Pra Rua. Temos os nossos próprios meios de organização", diz Francischini. Segundo ele, quem estará por trás dos atos do domingo serão grupos "bolsonaristas puro-sangue". Sem nomes, até para não dar ciumeira. "Temos nossos próprios grupos de WhatsApp funcionando. Claro que não vai ser nada tão grande quanto foi no impeachment, mas tem bastante gente", afirma ele. A ideia, segundo Francischini, é mostrar que o presidente tem como mostrar força mesmo depois dos protestos contra os cortes de verbas para a educação. Quanto às críticas de que os protestos estão sendo convocados com argumentos pouco democráticos (há pedidos pelo fechamento do Congresso e intervenção militar), Francischini diz que os "exaltados" são exceção. "Em toda manifestação, de esquerda ou direita, tem os grupos mais radicais. Mas vai ser tudo dentro da ordem", afirma.
Rogerio Galindo

Rogerio Galindo

Jornalista, um dos fundadores do Plural.

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