Da capital paranaense para o mundial, Bruno Boschilia e Rodolpho Toski Marques estarão na Copa do Mundo 2026, que ocorre entre os meses de junho e julho no Canadá, Estados Unidos e México. Ao lado de São Paulo, Paraná é o Estado brasileiro com maior número de representantes na arbitragem no torneio
Nascido em Curitiba, Rodolpho Toski Marques, 39, foi confirmado pela Fifa, como árbitro assistente de vídeo. Em sua trajetória, apitou jogos em torneios como Copa Libertadores da América, Campeonato Brasileiro e Copa América. Com a seleção, Toski Marques será o primeiro VAR do futebol brasileiro a participar de uma Copa do Mundo.
Essa será a segunda participação do também curitibano Bruno Boschilla, 43, na competição, ele já esteve na Copa do Mundo no Catar, em 2022. O árbitro-assistente já participou de competições como Libertadores da América, Campeonato Brasileiro e campeonatos estaduais.

Os árbitros do futebol brasileiro não são profissionalizados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Eles trabalham como autônomos nos jogos e recebem um valor fixo por partida, conciliando a vida dentro dos campos com outras profissões no dia a dia. Toski Marques é empresário, já Boschilla atua como servidor público municipal desde setembro de 2007, exercendo a função de coordenador de contrapartida social do Programa de Incentivo ao Esporte na Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude (Smelj).
O Brasil é o país com mais árbitros na Copa do Mundo 2026. Ao todo, serão nove representantes na equipe de arbitragem da competição (três árbitros principais e seis assistentes). Entre os árbitros principais estão Raphael Claus (SP), Ramon Abatti Abel (SC) e Wilton Pereira Sampaio (GO).
