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Escola Shanduca: Professora e pedagoga são indiciadas por tortura contra crianças

Em julho deste ano, imagens de crianças amarradas na escola culminaram na abertura do inquérito por tortura

criança branca amarrada
Menino diagnosticado com TEA amarrado na escola | Foto: reprodução
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Uma professora e a pedagoga da escola particular Shanduca, em Araucária, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), foram indiciadas pela Polícia Civil (PC) pelo crime de tortura, depois que fotos de crianças amarradas vieram a público, em julho deste ano. Ao menos seis crianças foram vítimas de maus-tratos na escola.

Além de serem amarradas, as crianças também eram punidas com álcool gel na boca e tapas. Um dos garotinhos amarrados tem diagnóstico do espectro autista.

Indiciamento

A Polícia Civil (PC) trabalhava com dois inquéritos contra as acusadas. O primeiro foi concluído ainda em julho, e era relacionado ao caso do menino autista de quatro anos. O segundo, finalizado nesta quarta-feira (13), se refere a outras cinco crianças que também sofreram tortura.

Mircea Cărtărescu e “Solenoide”
“O começo do estar-fora, como a Filosofia, é o espanto” (Sloterdijk)

De acordo com a PC foram ouvidas 18 pessoas na investigação, entre elas as suspeitas, funcionários, testemunhas e os pais das vítimas. Os nomes das acusadas não foram divulgados pelas autoridades, mas as defesas aguardam o posicionamento do Ministério Público do Paraná (MPPR), agora que deve fazer a denúncia formal à Justiça.

A investigação e o processo correm em segredo de Justiça por terem crianças como vítimas.

Aline Reis

Aline Reis

Jornalista e especialista em Gestão da Comunicação, Assessoria e Marketing pela Universidade Positivo (UP). Mestra em Estudos de Linguagens pela UTFPR. Presidenta do Sindicato de Jornalistas Profissionais do Paraná.

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