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Aumento da arrecadação desacelera sob Pimentel

Depois de quatro anos de forte crescimento na arrecadação sob Greca, aumento na cobrança de impostos diminui o ritmo, mas continua a crescer

Aumento da arrecadação desacelera sob Pimentel
Greca aumentou arrecadação em 38% em quatro anos. Foto: Pedro Ribas/SMCS
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Depois de quatro anos de forte aumento na cobrança de impostos municipais em Curitiba, os cidadãos e cidadãs da cidade vão viver os próximos quatro anos em um regime mais brando, mas ainda de crescimento na arrecadação. A previsão é de pelo menos 19% de aumento na receita tributária entre 2025 e 2028. De 2020 a 2024 a prefeitura aumentou a cobrança de impostos em 38%.

Segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, enviada pela Prefeitura de Curitiba à Câmara, de 2025 a 2028, o município prevê 19% de aumento na arrecadação de IPTU, 21% no ITBI, 20% no ISS, 17% no Imposto de Renda Retido na Fonte, 12% em taxas e 10% em contribuições.

Durante a última gestão de Rafael Greca (PSD), de 2020 a 2024, o aumento na arrecadação de IPTU foi de 45%, 16% no ITBI, 35% de ISS, 63% no Imposto de Renda Retido na Fonte, 40% nas taxas e uma queda de 54% nas contribuições.

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O aumento na arrecadação do município sob Greca deu um salto (25%) principalmente entre 2020 e 2021, em plena pandemia. E depois entre 2023 e 2024 (18%). Em parte, o aumento na arrecadação foi resultado da mudança no formato de arrecadação do ISS, do reajuste da base de cálculo do IPTU e da política da prefeitura de aumento na pressão sobre contribuintes com pagamentos em atraso.

Rosiane Correia de Freitas

Rosiane Correia de Freitas

Jornalista, mestre em educação e fundadora do Plural

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