É um truque velho, esse de escrever sobre não ter o que escrever. Mas, se todos os melhores já usaram, quando sim e quando não, quem sou eu para abdicar
Aproveitando, e talvez abusando, de um termo caro à teoria da recepção – que vê o leitor como elemento fundamental para a clássica pergunta “o que esse texto quer dizer?” –, fiquei
Estava de costas para a porta da rua folheando o jornal, debruçado sobre o balcão grudento daquela espelunca que há tempos deveria ter sido fechada pela Vigilância Sanitária, quando sentiu
Eu já estava em vias de me atrasar quando o Fusca creme estacou às margens da avenida, onde eu pedia carona. Era comum que universitários sem dinheiro para o ônibus,